Os parafusos fundem os liames do amor. Torna de novo, redondo, caindo bonitos sobre os pomos. E assim faz da vontade o opérculo da minha alma. Os fios volvendo oriundos do brio airoso – ah! como amo! Os cachos movendo ovalados em halos fibrosos, filiformes ondulantes a formar o conjunto do que amo! Os anéis cercam, rodeiam, circundam os meus olhos, e fazem fluir afluxos os desejos, os apegos intuitivos que são mares de amor. Aos meus extremos sensitivos os cachos remam a conduzir em ondas e fazer luzir em sondas e iluminar minhas retinas da sua morena e felina cor. Correm e escorrem os encaracolados nos seus seios e assim percorrem multiformes os meus anseios, aos meus anseios do seu amor. Em giros tranqüilos crescem, descem os seus pêlos, e respondem “sim” aos meus apelos: Quero vê-los arqueados e abaulados! Olhar o circular dos capilares e mantê-los! Redondo, torna de novo, caindo sobre os pomos, escorrendo, gira, flui ondulante, circula, curva, cacheia, cacheia, mais...