O que é a promessa do peito senão a vontade da carne pela ação que concatenaria a felicidade?
O que é aquilo a que os amigos chamam de desrespeito se o peito desanda sozinho?
Ficaria inerte ou jogado ao fogo?
A vergonha já é vermelha!
E a lógica culpa a lógica quando a consciência está repleta de culpa!
E a castidade do interdito que se castiga? Há de ser como moinhos, moendo remoendo os trigos do pensamento pela água dos impulsos.
Falaram por aí em ego, super-ego e essas coisas do sistema abstrato-neural, dessas criações imaginárias, de modo que as idéias, aquelas mesmas: de Platão, fortificam a doença em corpo, seja em histeria ou sífilis.
Há razões, e não as culpo.
É um método e só um método. Engrenagem do medo e da preguiça.
“Por que estais com medo, homens pobres de fé?” dizia o primeiro dos homens.
Pois a modernidade absorve para si todos os pregos.
E o sangue dividido não é novidade.
Há aqueles, os ‘normais’, que criam as idéias a partir da experiência dos objetos.
E há os que criam objetos a partir de idéias: Viva Don Quijote!
A loucura de atos também trazem Dulcinéia... a promessa, sozinha, não.
Escrito por Marcio Benito às 01h20
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